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Programa de Monitoramento em Ambientes Continentais

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Os programas de monitoramento da biodiversidade de ambientes continentais estão sendo implantadoS em Unidades de Conservação (UCs) Selecionadas nos biomas Amazônia, Cerrado,  Mata Atlântica e Caatinga (veja mapa).

O monitoramento da biodiversidade nas Unidades de Conservação destes biomas  está baseado no levantamento de dois conjuntos de indicadores de biodiversidade: indicadores mínimos e indicadores complementares. Os grupos biológicos e suas métricas foram escolhidos considerando seu potencial de discriminar gradientes de impactos, incluindo de mudanças climáticas, e contribuir para a obtenção de informações confiáveis, de baixo esforço e custo.

Permite o diagnóstico contínuo da biodiversidade in situ com o intuito de avaliar a efetividade do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, gerando respostas a mudanças climáticas e mudanças na paisagem. O monitoramento baseado em indicadores minimos trabalha com indicadores, sistema amostral e protocolos de coleta de dados padronizados para todas as UCs de cada bioma. Foram selecionados quatro grupos indicadores comuns para os biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, que são: plantas lenhosas, grupos selecionados de aves e mamíferos e borboletas frugívoras.Para a Caatinga foram escolhidos como indicadores mínimos as cactáceas, répteis-squamatas, mamíferos de médio e grande porte e aves.Os indicadores mínimos podem ser amostrados em diferentes graus de complexidade de acordo com as possibilidades de cada UC  (veja modelo de modularidade para o monitoramento nos biomas Amazônica, Marta atlântica e Cerrado abaixo).4.1-modularidade do monitoramentoOrganograma dos módulos de execução do monitoramento dos indicadores de biodiversidade, destacando o módulo básico e apresentando os níveis 2 e 3 de execução. 
Nos casos onde os indicadores mínimos não forem suficientes para responder a questões de interesse de gestão para uma UC em particular, indicadores complementares podem ser amostrados.Atualmente, somente as UCs da Amazonia possuem seus indicadores complementares escolhidos, são eles: Castanha, caça, quelônios, madeira, peixes de riacho, onça e mamíferos de médio e grande porte. E seus protocolos de amostragem encontram-se em fase de elaboração e consolidação.
Uma vez definidos os indicadores mínimos que serão monitorados, o passo seguinte é determinar as técnicas e procedimentos mais adequados para realizar a coleta de dados. Considerando a grande diversidade de hábitos e comportamentos das espécies que integram os grupos selecionados, diferentes técnicas de amostragem são necessárias para monitorá-los. Assim, para colocar em prática o monitoramento da biodiversidade, as próximas questões que surgem são: como amostrar grupos de indicadores biológicos distintos, de um modo prático, em um mesmo local?A solução para esta questão é a implantação de Estações de Amostragem.
Para saber mais sobre os programas de monitoramento em ambientes continentais pesquise nas páginas de monitoramento de cada bioma:

Programa de Monitoramento em UCs na Amazônia

Programa de Monitoramento em UCs na Caatinga

Programa de Monitoramento em UCs no Cerrado

Programa de Monitoramento em UCs na Mata Atlântica  

Organograma dos módulos de execução do monitoramento dos indicadores de biodiversidade, destacando o módulo básico e apresentando os níveis 2 e 3 de execução Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-priority:99; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman","serif";}
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